Epilepsia

Neurocirurgião

A epilepsia se caracteriza por crises epilépticas de repetição. É uma doença frequente que acomete cerca de 1 a 2% da população geral. Além disto, cerca de 4% das pessoas,  já apresentou pelo menos uma crise convulsiva na vida.  Na crise epiléptica, por algum motivo, um agrupamento de células cerebrais se comporta de maneira anormal, como se fosse um curto-circuito. A convulsão é um tipo de crise epiléptica.

Na grande maioria dos casos, as crises desaparecem espontaneamente, mas a tendência é que se repitam de tempos em tempos. Crise que dura mais de cinco minutos ou crises recorrentes indicam uma situação de emergência neurológica conhecida como estado do mal epilético. Nesse caso, o paciente precisa de atendimento médico imediato.

O que causa uma crise convulsiva?

As crises convulsivas se originam de focos ou regiões de mal-funcionamento do cérebro. Eventualmente todo o cérebro pode estar comprometido.

 

Um episódio único não é indicativo de epilepsia. O médico precisa ouvir a história do paciente e o relato das pessoas que presenciaram a crise para determinar o diagnóstico. Além disso, é preciso certificar-se de que não existe nenhum fator precipitante da crise, seja tóxico, seja provocado por alguma outra doença.

 

Algumas causas são reversíveis, como por exemplo, variação na quantidade de sal das células; outras estão presentes desde o nascimento, como as malformações do cérebro. Existem também epilepsias associadas à presença de lesões graves, potencialmente fatais, como tumores ou hemorragias cerebrais. Para o paciente, descobrir a doença que causa suas crises é fundamental, e atualmente os exames complementares disponíveis facilitam muito o diagnóstico. No entanto nem sempre isso é possível, e muitas vezes o tratamento é apenas sintomático, ou seja, baseado em medicações anti-epilépticas. 

Vale a pena ressaltar que ter epilepsia não implica obrigatoriamente em ter distúrbios de comportamento ou retardo mental. Apesar do preconceito que envolve a doença, existem vários profissionais de todas as áreas que têm epilepsia e usam medicação regularmente.

Quais são os tratamentos disponíveis? 

 

Existem várias medicações capazes de tratar as crises epilépticas, que são escolhidas pelo profissional de acordo com as características individuais do paciente e o tipo de crise apresentada. Nos casos de epilepsia grave, incapacitante e refratária ao tratamento clínico, o paciente pode ser candidato ao tratamento cirúrgico. O avanço tecnológico e dos métodos diagnósticos têm tornado o tratamento medicamentoso e cirúrgico cada vez mais seguros e eficientes.

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